Era uma vez uma fazenda

Fim de ano, tempo de férias, de relaxar e curtir as coisas boas da vida. Nesse clima, a Casa Baunilha viaja para um lugar incrível. É na África do Sul, próximo à Cidade do Cabo, que fica a fazenda e hotel de luxo Babylonstoren. Sua história data de 1652, época da ocupação holandesa, e sua beleza segue preservada até hoje. Quem puder, passa por lá. Eu, por enquanto, vou espiar daqui mesmo a paisagem e os detalhes das construções e da decoração.

Todo mundo tinha que ter um quarto desses! Onde o stress não entra. Sem barulho, sem poluição visual. Você com você mesmo.

Uma ótima opção para um ambiente de refeições de um hotel, ou até mesmo da nossa casa. Mistura de mesas em madeira com cadeiras de acrílico e metal. O menu é escrito na parede, ao lado da grande ilustração, que poderia ser também de verduras e legumes. E por falar nisso, os enfeites de mesa ficam por conta da horta da fazenda. Nos vasos, cenoura e beterraba com folha e tudo!

Dá vontade de sair correndo, largar tudo! Um lugar, realmente, para ficar em paz.

Quem quiser arriscar o inglês e saber mais sobre essa maravilha, entra no site. O Google também pode ajudar a traduzir a página.

Fotos: Babylonstoren

Oscar Niemeyer

Hoje, o arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer comemora 104 anos de vida, e a Casa Baunilha presta homenagem com imagens de algumas de suas criações, inspiradoras e sempre presentes na vida dos brasileiros.

1951 – Conjunto Copan – São Paulo

1957 – Palácio da Alvorada – Brasília

1958 – Palácio do Planalto – Brasília

1958 – Catedral de Brasília

1983 – Passarela do Samba – Rio de Janeiro

1991 – Museu de Arte Contemporânea – MAC – Niterói

1997 – Caminho Niemeyer – Niterói

1999 – Auditório do Ibirapuera – São Paulo

2001 – Museu Oscar Niemeyer – Curitiba

Fotos: Reprodução

Um apartamento para recordar

Assim como milhares de pessoas ao redor do mundo, sou fã do seriado Sex and The City (última temporada exibida em 2004). É divertido, bem escrito, o inglês é ótimo, mostra várias situações da vida de forma leve, além de encher os olhos. A cada cena, multiplicam-se as referências de moda e decoração. Ou seja, não tem como não se apaixonar.

Hoje a Casa Baunilha traz uma amostrinha do que era o apartamento da Carrie, a protagonista, situado em Nova York, em uma daquelas ruas charmosas, arborizadas, e que passou por transformações no primeiro filme da série.

Aquele típico apartamento alugado, antiguinho, que quem já teve um sabe que se torna um ente querido nas nossas vidas. À esquerda do aparador, uma das duas entradas para o banheiro.

A cozinha que ela nunca usava. Tanto era que o forno servia como armário.

O famoso closet abrigava sua paixão pelas grandes marcas, além de corredor fashion para a segunda porta do banheiro.

Nele, a mesinha de dois andares, de ferro e vidro, deixava tudo à mostra, sem grandes armários e gavetas.

Ao redor da cama, tudo a mão. Livros, revistas, e o telefone de modelo antigo sobre uma cadeira que fazia as vezes de criado mudo. O tom das paredes é lindo.

Na sala, móveis com pé palito, uma referência à década de 50, rústicos, tons cinza, creme e terrosos, e madeira, muita madeira. À direita ficava a mesinha, abaixo da janela, onde escrevia sua coluna chamada Sex and The City, baseada nas suas experiências e nas de suas inseparáveis amigas.

Após algumas mudanças na vida de Carrie, ela compra o apartamento, antes alugado. E no primeiro filme da série, depois de uma grande decepção, segue com uma nova vida e uma nova decoração (sim, não basta só pintar o cabelo né?). E o apartamento não perdeu o charme.

Limpeza ao redor da cama, mais espaço livre. A combinação de azul e marrom é contemporânea e deixa o ambiente calmo e classudo ao mesmo tempo.

O closet ficou mais aconchegante com as luminárias e o tapete floreado, alegre e feminino.

A penteadeira reforça o feminino no ambiente e o amplia por ser feita de espelhos, sem contar que o efeito é lindo!

Parte da integração quarto e sala. Mesinha de centro também de espelhos, mistura de estampas entre sofá e tapete. Nessa luz mais clara podemos ver os detalhes em branco, como acabamentos, cortinas e poltrona. Colcha, almofadas e tapete em tons de vinho.

A sala ganhou uma televisão tela grande e fina, fixada na parede. Embaixo, um banco largo e estofado, e mais dois sofazinhos pequenos ainda estilo pé palito, virados para a mesa de centro, e não para a TV, o que indica que prioriza os encontros, as conversas. E na verdade ela nunca assistiu à TV mesmo, havia sempre um mundo lá fora!

Como quem casa quer casa, Carrie casou e então podemos espiar mais um ambiente, o apartamento novo em que mora com o Mr. Big, e que aparece no segundo filme da série. Só para constar, ela não se desfez do apartamento de solteira (e quem faria isso?!).

Olhando, a primeira informação que vem é: cores. Constraste muito bem sucedido do amarelo ouro, o azul royal e os detalhes em rosa no tapete. As poltronas cinzas e as almofadas lisas contrabalançam as cores. A mesa é superinteressante, acomoda objetos, plantas e livros. Linda e útil.

O canto das refeições também abriga objetos pessoais em estantes laterais. Isso, além de decorar, torna a sala de jantar mais aconchegante, pois não deixa essa parte da casa vazia, somente com a mesa.

{ Já imaginei a gente fazendo fácil fácil essa luminária. A base pode ser comprada pronta, de uma cor neutra e clara, branca ou bege. Os discos de madeira (ou semelhante) podem ser comprados em lojas de artesanato. Ou você pode substituir por outra peça, botões de vários tamanhos e cores, flores artificiais, filtros de café, em papel, abertos e tingidos com corantes tom sobre tom (nossa, agora a inspiracão foi longe!). É só colar e pronto! }

Não poderia faltar ele, o closet. Nele cada um tem seu espaço, o dela delicado, com luz especial nos sapatos, o dele sóbrio e rústico.

No quarto, simetria. Cada um com seu criado mudo, seu abajur e sua janela. E nelas, uma ideia em que vale a pena investir: duas cortinas, uma de tecido leve em tom de verde, e outra mais encorpada, na cor beringela. O efeito é lindo e prático: de dia é só afastar o tecido mais pesado, e ainda se tem a proteção do tecido leve. Somado a isso o marrom da cama. Lindo.

Com tanta inspiração bacana essa história só pode ter um final feliz.

Eu dedico esse post a minha amiga Sophia-Marie Catalogne.

Fotos: Reprodução